Autora: Maria de Menezes - blogue Família Real Portuguesa

Sexta-feira, 2 de Março de 2012

Timor com herdeiro do trono

S.A.R. o Senhor D. Duarte, Duque de Bragança, único e legítimo Herdeiro do Trono de Portugal, foi distinguido de maneira especial na sua última presença em Timor-Leste. Entre outras, aquela que se seguiu em novo vôo, da Austrália, face à recusa do então Presidente da República Jorge Sampaio de ir no mesmo avião em que o Senhor D. Duarte transportava a oferta da Cruz Vermelha, um hospital.

É fácil perceber o motivo: o Sr. Presidente recearia – aliás com razão – ser obliterado pela presença do Herdeiro dos seus Reis, que os timorenses não esquecem. Timor, um Portugal longínquo, como o Estado Português da Índia, com centenas de anos, que a política subserviente do “Sr. Presidente do Conselho” face aos nossos “velhos aliados” e a um país, aliás já uma grande potência terrestre, com 20 anos de existência; como o Território Autónomo de Cabinda, directamente ligado ao Rei de Portugal, que a “exemplar” descolonização entregou ilegalmente, à R.P. de Angola com as consequentes lutas e morticínios ainda em curso. Quantos portugueses souberam da ida a Timor da S.A.R.? Outra espécie de censura.

(IN)JUSTIÇA – Mais uma vez, com a habitual frontalidade, o bastonário Marinho e Pinto tocou noutro ponto (muito) fraco da (in)justiça em Portugal: “Ajuda muito ter um juiz na família!…” (os criminosos, como é óbvio).

OS PIADÉTICOS – Há muitos por aí e alguns na rádio, em grupo, e riem:”… restaurar a Monarquia? … Não, acho melhor criar uma associação de idosos com gota!”. Aplaudo, se nos estatutos os tais forem obrigados a lubrificar as línguas, com as “gotas” de ácido úrico recolhidas aos idosos.

(Mais uma) DERROCADA – De terras, na construção de uma autoestrada. Uma casa caiu e um casal de idosos vive há oito anos ali perto dentro de um “luxuoso” contentor! (In) Justiça? Nada! E, agora o dono do terreno para onde deseja guindar o dito e os idosos?

Pignatelli Queiroz

Fonte: As beiras.pt

A insustentável cobardia do ser


Fonte: O Diabo

Quinta-feira, 1 de Março de 2012

PETIÇÃO ATRIBUIÇÃO DA MEDALHA DE OURO DA CIDADE DE ALMADA A S.A.S., INFANTA DONA MARIA ADELAIDE DE BRAGANÇA VAN UDEN

 
Para: Câmara Municipal de Almada

S.A.S., Infanta Dona Maria Adelaide Manuela Amélia Micaela Rafaela de Bragança van Uden, 100 anos, neta directa do Rei Dom Miguel, morreu, no passado dia 24 de Fevereiro de 2012, na Costa de Caparica, concelho de Almada.

A sua vida foi sempre caracterizada pelo heroísmo e pelo altruísmo, através da resistência e da ajuda ao próximo. Integrou a resistência austríaca às tropas nazis e correu mesmo o risco de ser fuzilada pelas tropas de Hitler, tendo sido posteriormente libertada e vindo viver para Portugal, mais propriamente para a Quinta do Carmo, em Murfacém (Almada).

Além deste acto, Maria Adelaide de Bragança dedicou grande parte da sua vida à assistência social em prol das populações desfavorecidas na Margem Sul do Tejo, o que foi feito no âmbito da Fundação D. Nuno Álvares Pereira, com sede no Porto Brandão (Caparica), onde ajudou e acompanhou centenas de crianças e famílias. Segundo Raquel Ochoa, autora de uma biografia da Infanta, esta «desenvolveu um trabalho intenso, recolhendo crianças recém-nascidas ou mães prestes a dar à luz».

No passado dia 31 de Janeiro de 2012, quando completou 100 anos de vida, foi condecorada, pelo sr. Presidente da República, com a Ordem de Mérito Civil, pelos feitos alcançados em vida.

Neste quadro, considerando a vida de S.A.S., Infanta Maria Adelaide de Bragança van Uden, o facto de se ter notabilizado pelo desempenho das suas funções, com mérito publicamente reconhecido pelos contributos dados no campo da acção política e social e a sua profunda ligação ao concelho de Almada, os cidadãos abaixo assinados vêm por este meio apelar à Câmara Municipal de Almada que atribua a Medalha de Ouro da Cidade de Almada à Infanta Maria Adelaide de Bragança van Uden.

Os signatários
ASSINAR AQUI E DIVULGUEM PELOS AMIGOS
 
 

MISSAS DE SÉTIMO DIA PELA ALMA DE SAS A SENHORA DONA MARIA ADELAIDE


A Real Associação do Porto informa que, no próximo dia 2 de Março, 6ªfeira será celebrada uma missa de 7º dia, no Porto, na Igreja de São José das Taipas, na Cordoaria, pelas 19 horas, por alma de Sua Alteza a Infanta Dona Maria Adelaide convidando todos os associados e simpatizantes a nela participar.

Quarta-feira, 29 de Fevereiro de 2012

Umas notas para os republicanos


A defesa da Monarquia não é demagogia. É a realidade pura e dura. Se não quer acreditar, só posso lamentar. Mas sem dúvida que esse erro na História já aconteceu, quando o Partido Republicano Português prometia mundos e fundos para o Povo e quando tomou o Poder com o 5 de Outubro de 1910 bem se viu o que aconteceu. EM 16 anos, 45 (des)governos que levaram a uma Ditadura de 48 anos, etc, etc…. Portanto, sem dúvida que a História ensina-nos muito. Do lado republicano, esperava que não quisessem repetir o mesmo erro, abrindo as portas a um verdadeiro regime democrático que é a Monarquia Parlamentar.
Entre o sustentar um Político Profissional que vai acumulando pensões de reforma e depois diz que não tem dinheiro para pagar as despesas e um Rei que não faria um escandalo desses, desculpem, mas prefiro um Rei. E já agora, porque a Constituição impede o referendo ao regime, quero ter o direito a poder escolher entre Monarquia e República. O artigo da Constituição 288b faz de mim, como Monárquico, um Cidadão Proscrito! E pago os meus Impostos como qualquer Português. Pelo que “vamos a jogo”, vamos a referendo e vamos ver quem ganha. Seja qual for o resultado há que aceitá-lo. Mas não podemos apenas e só reclamar por Direitos quando também temos o Dever de lutar por um País melhor! Não é só reclamar por Direitos. Isso em excesso cria sérios problemas na Sociedade. Prefiro abdicar de um direito se o País ficar melhor servido e se os meus Direitos como Cidadão forem respeitados.

David Garcia

Fonte: Real Portugal

SECA “ARTIFICIAL” NO RIO TEJO

NOTA DE IMPRENSA

27 de Fevereiro de 2012


SECA “ARTIFICIAL” NO RIO TEJO

A seca no Ribatejo está a ser induzida “artificialmente” uma vez que Espanha não obriga o operador hidroelétrico das barragens da Estremadura a descarregar parte dos 2.610 hm3 de água que atualmente armazenam, encontrando-se o caudal na barragem de Cedilho, em Portugal, apenas com 12 m3/s, justamente no limiar mínimo que garante o cumprimento da Convenção de Albufeira com 7,6 hm3/semana, mas muito abaixo do caudal enviado para o levante espanhol pelo transvase Tejo - Segura em média de 21,5 m3/s na semana passada.
A descarga de apenas uma parcela da água armazenada nas barragens da Estremadura poderia aumentar o caudal do rio Tejo e afastar o cenário de seca do Ribatejo, sendo de salientar que os cerca de 2.610 hm3 de água armazenados poderão deixar de estar disponíveis se vier a ser construído um novo transvase da Estremadura para o levante espanhol, decisão que esteve para ser tomada em 2009 como então denunciámos.


Este risco ainda persiste uma vez que o Governo espanhol nunca recusou perentoriamente a construção desse transvase, nem está garantido que venha a recusar esta intenção no futuro plano hidrológico da bacia do Tejo em Espanha, em vias de ser publicado.


Barragens - E30 VALDECAÑAS, E31 TORREJÓN TAJO - TIETAR, E34 PORTAJE, E45 ALCÁNTARA, E47 CEDILLO e E29 AZUTÁN
MARGEN IZDA. EN TAJO MEDIO - http://saihtajo.chtajo.es/index.php?url=/tr/mapas/ambito:E/mapa:H8
TAJO BAJO Y ERJAS - http://saihtajo.chtajo.es/index.php?url=/tr/mapas/ambito:E/mapa:H12
TAJO INTERNACIONAL Y SALOR - http://saihtajo.chtajo.es/index.php?url=/tr/mapas/ambito:E/mapa:H14

Fonte: proTEJO

O valor da liberdade

A efectiva democracia só existe se nela organicamente conviver a diferença. Porque ser democrata não deveria ser uma abstracção, uma teoria; antes uma prática

Dramático é como em Portugal, um pequeno país tendencialmente iletrado e com pouca tradição democrática, mesmo perante uma tão soberba crise, a discussão política se nos apresente tão afunilada. Nos media dominantes, no meio intelectual estabelecido, exacerba-se o artifício para a ilusão de diferença: impera o pensamento cinzento, viciado em meia dúzia de lugares-comuns, que se rebatem depressa numa folha de cálculo. Mais assistencialismo, menos liberalismo… Os nossos articulistas, políticos e jornalistas da moda raramente assumem efectivas diferenças, ou um pensamento profundo, por prudência… ou para não desfocar da “agenda”. O sistema mediático alimenta-se da promoção das mesmas caras conhecidas, encobertas cumplicidades em falsas controvérsias, que são lenitivo para um público que necessita de se saber encaixado num lado, e acreditar que amanhã tudo permanecerá na mesma mediocridade para dormir sossegado.

Acontece que a efectiva democracia só existe se nela organicamente conviver a diferença. Porque ser democrata não deveria ser uma abstracção, uma teoria; antes uma prática, um desafio vivido – exige exercício, maturidade, civilização. O democrata ultrapassa os seus preconceitos, domina as suas emoções, e escuta, aceita o Outro. Mesmo que esse Outro seja adversário na disputa do seu mais ansiado objecto.

Em Portugal nada disso acontece, e assim nos últimos duzentos anos tivemos uma guerra civil, um regicídio intervalando meia dúzia de revoluções. Resultado: hoje a pobreza e o fosso das desigualdades é aberrante, a liberdade tem dias, e a fraternidade é o que sabemos. Portugal está longe de ser uma nação civilizada. Numa civilização adulta, o pensamento e as ideias diferentes deveriam coexistir num saudável conflito, franco e aberto, sem preconceitos, sem amputações provocadas por velhos ódios recalcados, escondidos, latentes, perversos. Em nome da liberdade, o que não valeria exorcizar os espíritos enfermos desses esqueletos nos armários.

João Távora

Fonte: i

Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2012

França: imposturas republicanas


A pré-campanha para as presidenciais francesas atingiu o rubro. A 5ª República, regime nascido de um golpe de Estado, dos impulsos cesaristas de de Gaulle e decalcado da nostalgia da monarquia, parece ter atingido a fase que precede a morte. A França é um complexo problema e parece reunir o catálogo completo da crise sistémica - económica, institucional, social e cultural - que ameaça transformar a Europa do Euro, a Europa da União e, sobretudo, a Europa do Tratado de Lisboa, num caso perdido. Ora, em momentos de crise, a história di-lo, importa que as elites, por elementar assunção de bom-senso, se abram e concedam o benefício da dúvida a novas soluções de governança; ou seja, que se adaptem para evitar a ruptura.

Ao invés de corrigir, rever e reformar, a casta política que vive no poder e do poder há mais de meio século, cerra fileiras para defender a continuidade de algo que falhou estrepitosamente. A Europa é, desde há dez anos, a região do planeta que menor crescimento conhece. A globalização, que um certo messianismo quis apresentar como solução para uma nova ordem mundial, destruiu as fronteiras económicas, a competitividade, os produtores e o tecido empresarial, destruiu a estabilidade social e capitulou perante poderes e interesses estranhos ao continente, às nações e aos cidadãos. É elemento de toda a evidência que o sistema político democrático corre perigo, pois as tensões a que se submete são de tal modo graves que a aparência de ordem hoje existente pode romper-se a qualquer instante. O tão gabado grande consenso ao centro, a lenta desaparição da direita e da esquerda e a aceitação do "fim das ideologias" teve como consequência o que todos sabemos. A política escorraçou a inteligência e a cultura. O divórcio entre a sociedade e os políticos tornou-se tão insuportável, que o continente - todo o continente - é governado por gente que há trinta anos não mais poderia aspirar que um ignoto lugarzinho numa qualquer secretaria de junta de freguesia. A morte dos homens de Estado e a sua substituição pelos homúnculos que nos invadem as pantalhas diz isso mesmo: a Europa já não tem liderança. Não havendo liderança, não há ordem, nem exemplo, nem rumo.

É humano que quem detém o poder procure por todos os meios mantê-lo; que quem vive exclusivamente da vida política, dos partidos e das escandalosas regalias e privilégios que tal ocupação proporciona, nada mais sabendo fazer senão política no sentido menos nobre do termo, se queira agarrar a esses privilégios, às sinecuras e a vantagens proporcionadas por redes de amiguismo e enriquecimento sem trabalho. Perante o desastre, a casta dirigente cerra fileiras, mas não quer mudar. Recorre a artifícios legais, legisla contra o interesse da população transformada em passiva espectadora, tenta por todas as formas impedir o acesso de novos competidores. A França está a fazê-lo. Já não bastava a lei eleitoral iníqua, que trata de escorraçar a representação proporcional mediante eleições a duas voltas e agora exige-se aos candidatos à presidência a exibição de 500 assinaturas de presidentes de câmara. É a serpente a morder a sua própria cauda. Como pode um regime reclamar-se democrático - isto é, que aceita a soberania popular e a iniciativa dos cidadãos - aferrando-se a um dispositivo de selecção que coloca o sim e o não nas mãos da casta política que não aceita discutir nem pensar fora das regras que ela mesmo instituiu para justificar o poder que não quer abandonar?

Que saudades da velha monarquia, onde havia os Estados Gerais, o poder dos parlamentos regionais que Paris temia, a força das ordens profissionais independentes, intermediação entre o Estado e a sociedade mas, sobretudo um sistema meritocrático - aberto, limpo - que permitia a ascensão social dos indivíduos capazes. A tricolor, na expressão que os constituintes de 1789 lhe quiseram dar - o azul da França de Carlos Magno, o vermelho de Paris e o branco do Rei; ou seja, a nação, o Estado e o Rei - transformou-se numa mera e irreconciliável justaposição de interesses. Sem Rei, o Estado passou a ser Paris e um dos grupos que antes ocupava o poder - a nobreza togada - passou a disputar o lugar do Rei, árbitro independente. Fazem cada vez mais sentido as velhas dicotomias entre a França legal e a França real, a maioria política e a maioria silenciosa. As democracias ainda não viram que a única república possível é a resultante da existência de uma Coroa ?

A propósito do desecanto, das mentiras, embustes, trapaças, manipulações que França se vão fazendo em nome da democracia, um cómico registo da reacção de uma candidata ao Eliseu - Marine Le Pen, bem mais contida nos gestos e palavras que o brutamontes do pai - a propósito das promessas recentemente feitas por Sarkozy sobre uma vaga reforma social e política.
 
Miguel Castelo-Branco
 

A desgraça do 5 de Outubro

FOGE, FOGE, CAVACO SILVA

Apesar do clima de grande tensão, o monarca optou por seguir em carruagem aberta, envergando o uniforme de Generalíssimo, para demonstrar normalidade. A escolta resumia-se aos batedores protocolares e a um oficial a cavalo, Francisco Figueira Freire, ao lado da carruagem do rei”.
(O Regicídio)
O "impedimento de última hora" que o Presidente da República alega para ter cancelado a visita à escola António Arroio foi determinado pela polícia. A notícia é avançada hoje pelo semanário Expresso, que adianta que o carro de Cavaco Silva estava apenas a dois minutos da escola quando o Corpo de Segurança aconselhou o regresso imediato a Belém por motivos de segurança.
O actual Presidente da República, a caminho de certa escola (de alunos do secundário!...), foi aconselhado pela PSP a “meter o rabo entre as pernas” e “corajosamente” regressar ao seu “ocupado” Palácio de Belém...
Grandes semelhanças nos exemplos, não acham?
Ou será que o “corajoso” e “escorregante” ocupante de Belém, mais a sua “parlante” acompanhante e esposa dilecta, temeu ser atingido pela actual “Carbonária”???!!! lol
Uma coisa é certa: entre apanhar com uns “ovitos” nas “ventas”, ou ser assassinado por bandalhos a soldo de certa face maçónica, a diferença vai entre Alguém que Portugal recorda como Íntegro, Corajoso, Frontal, além de Rei sem Medo, de um lamentável Presidente de uma República populista, desregrada, desvairada, possidónia e desacreditada.
Afinal, por tudo isto eu acabo por diariamente entender por que motivo sempre fui e hei-de morrer MONÁRQUICO!
Pode ser erro meu, mas este meu erro somente a mim dirá respeito e estou-me nas tintas para quem me queira criticar. Lamento, mas sou como um burro: se me empurrarem ou quiserem empurrar, eu dou coices! Lol

Imagens de Cavaco Silva a fugir do encontro com os estudantes
 

Imagens de Cavaco Silva a ser vaiada em Guimarães
 

É preciso ter uma grande lata...
Fonte: PPM Braga

Segunda-feira, 27 de Fevereiro de 2012

É mesmo o Depois de Vós!

Sempre dentro de seguras portas, o homem não pára, desdobra-se em visitas entre amigos.
Decerto não terá sido um acidente, um "imponderável" como agora eles dizem. Podiam ter arranjado outra gracinha, mas encontraram a mais oportuna, dado o momento que o país vive e sente. Talvez por obra e graça de um acólito mais afoito, a cabeça da República protagonizou mais um numerozinho de circo, quando deu de si o oportunamente afrouxado prego que segurava a moldura enquadrando a Bandeira Nacional da Monarquia Constitucional. Na galeria de bandeiras que um dia foram os símbolos de Portugal, escolheu-se precisamente a mais conhecida.
Estava o timorato cavalheiro a babar-se de subserviência por umas trivialidades financeiras proferidas pelo imperator Sr. Obama, quando foi interrompido por um grande estrondo. O mencionado quadro acabava de cair ao solo. Oportuno, não? Sabemos como esta gente "assessória" funciona e qual é o seu nível mental, especialmente nestes momentos em que teme pelos seus "parcos haveres".
Agora é de manhã à noite, não param, estão mesmo apertados. Tudo truques, tudo fogo de vista. Não contam é com o claro sinal enviado, tão certo como um mais um serem dois.
Este episódio pode até ser visto de outra forma, precisamente aquela que não lhes passou pela cachimónia. O estrondo e a imagem do azul e branco a lembrar-lhes uma persistente e teimosa presença, apenas podem significar uma coisa: estamos aqui, Depois de Vós, Nós!

Nuno Castelo-Branco
 

Entronização de S.A.R. a Senhora Dona Isabel como Confrade de Honra da Confraria Gastronómica do Pão-de-ló Tradicional.

Caros(as) Confrades e amigos(as)
A Confraria Gastronómica do Pão de ló vai realizar no seu 2º Capítulo e Entronização no próximo dia 17 de Março de 2012 na cidade de Guimarães.
Este ano vamos entronizar como Confrade de Honra S.A.R. a Senhora Dona Isabel de Bragança.
É com imenso prazer que vos convido a estarem presentes neste momento alto da nossa Confraria. Junto envio programa do evento.
Solicitamos confirmação de comparência, assim como a indicação do número de representardes de cada Confraria presentes até dia 15 de Março.
Para tal deverão proceder ao pagamento de 30,00 euros por pessoa através de deposito ou transferência bancária para o numero de conta em anexo ao programa.
Sugiro que o façam antecipadamente no sentido de reservarmos os vossos lugares e evitar demoras na credenciação.
Para além disso, como devem calcular, temos que informar o restaurante do número certo de comensais, que é limitado.
Convicta da vossa presença, subscrevo-me com os melhores cumprimentos e saudações confrádicas,

Fátima Salgado
Presidente da Confraria Gastronómica do Pão-de-ló Tradicional
Confraria Gastronómica do Pão-de-ló Tradicional marcou presença no Jantar de Reis 2012.
Fátima Salgado , da Confraria Gastronómica do Pão-de-ló Tradicional, em Oliveira S. Pedro.
Fonte: PPM

A ler no Público


"Maria Adelaide de Bragança descobre o seu país. Um país pobre, de múltiplas carências. Visita as barracas de Porto Brandão, os galinheiros onde vivia a mão-de-obra nos primórdios da industrialização da margem sul. Cenários de muitas necessidades. De profunda miséria. Uma revelação que a incomoda. Lança uma obra social, à margem dos usos e costumes do regime. Com sentido prático e sem pose. Chamou-lhe Fundação Don Nuno Álvares Pereira. E descobre também o despovoamento intelectual do regime. Uma confrangedora falta de ideias e iniciativas para quem, nascida em 31 de Janeiro de 1912 em Saint-Jean-de-Luz, junto à fronteira hispano-francesa, sempre vivera na activa Europa central da primeira metade do século passado."
Conhecendo-se a intensa actividade do Senhor D. Duarte - caótica descolonização, apressado ingresso "de cruz" na CEE, destruição do aparelho produtivo, liquidação do património e do ambiente, incessante cooperação com a CPLP, aproximação às populações do desertificado interior, perfeito conhecimento das zonas mais abandonadas do país, etc -, convém que a população deste país comece a entender o que é e o que significa a Casa de Bragança.

Nuno Castelo-Branco